O meu poema “Eu também sei”, dedicado a JM, foi escrito como uma homenagem de saudade, de respeito e compreensão, não obstante o lamento!
Aqui quero agradecer e responder ao teu comentário! A propósito – achaste tão bom que duvidaste ser meu???- questão a discutir olho no olho :))) Obrigada!
Falas-me “em escuro que não vê saída” – aqui contraponho: não há escuro que não tenha saída! Pode é não estar visível a todos, o que é diferente.
Falas-me em solidão – esta é um fantasma sempre presente, é uma constante, e infeliz daquele que não consegue num ou noutro momento viver consigo, em solidão e ouvir-se. Esta é a solidão positiva.
Eu não me sinto só.
Sinto-me cheia de recordações, nostálgicas porque saudosas, saudosas porque distantes! Mas doces. Felizmente muito doces. Depois da tempestade vem a bonança e é isso que fica - a saudade.
há ganhar, há perder
há amar, há sofrer (faz parte e n negues)
há chorar e há rir de tanto chorar!
É todo este pacote que dá tempero há vida! Juntamente com o sonho – já agora não quero ir contra o que aqui escrevi ontemJ
Disseste uma coisa que eu gostei muito – “Deixa-me seguir ao teu lado”
É isso mesmo - não quero ser um fardo para ti, nem te quero a perseguir-me,
mas lado a lado até não ficamos mal....( menos os 5cm que tens a mais que eu, pois)
Até foi contigo que fui ao teatro, perdão – fomos juntas ao teatro hoje – grande peça
mas de verdade...hum..
”Algo está podre no reino da Dinamarca!”
assunto a discutir depois de mais estudos!
Cá estamos – uma para a outra!
Dorme bem.
A tua Mary Poppins
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